O aumento do vegetarianismo no Brasil

Enviada em 05/06/2021

Segundo Paul Watson, um dos fundadores da Greenpeace, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Contudo, não observa-se o intelecto sendo usada dessa forma no Brasil contemporâneo, sendo o aumento do vegetarianismo uma esperança para que esse acordo com a natureza seja concreto. Logo, nota-se que esse imbróglio, cuja causa relaciona-se à negligência estatal, gera consequências negativas, como a instabilidade ambiental.

Nesse contexto, a desatenção governamental é um dos motivos desse impasse. Nesse horizonte, conforme a Constituição Federal, promulgada com base nos Direitos Humanos em 1988, é direito de todos e dever do Estado promover um meio ambiente ecologicamente equilibrado. No entanto, é notável que há um descaso relacionado à natureza quanto ao Governo Federal, principalmente, por não propiciar incentivos adequados à preservação do meio ambiente, como o veganismo, podendo gerar consequências irreversíveis ao solo brasileiro, como a falta de água potável.

Ademais, é evidente que a sociedade será nocivamente afetada com o desequilíbrio ambiental. De acordo com o Ibope, há cerca de 30 milhões de veganos no Brasil. Nesse sentido, percebe-se a expressividade do movimento veganista, responsável por evitar que a desarmonia natural atinja o solo canarinho de maneira crítica, podendo resultar, sem cuidados ambientais, em efeitos extremamente negativos, como o aumento do aquecimento global, uma das grandes preocupações mundiais atualmente.

Portanto, medidas são necessárias para a resolução desse entrave, Posto isso, cabe ao Ministério do Meio Ambiente - órgão de instância máxima no âmbito ambiental - promover uma série de campanhas informativas relacionadas ao incentivo do veganismo no solo brasileiro, por meio de mídias digitais de alto alcance, como o Facebook e Youtube, a fim de preservar a natureza à longo prazo. Dessa forma, haveria a harmonia idealizada por Watson no Brasil.