O aumento do vegetarianismo no Brasil
Enviada em 26/06/2021
Pelos animais, pelas pessoas, pelo meio ambiente, está é a pauta de quem adere o hábito alimentar relacionado ao vegetarianismo. Em busca de uma alimentação e modo de vida mais sustentáveis, éticos, e saudáveis, tem crescido no Brasil o número de adeptos ao vegetarianismo e veganismo. Nesse sentido, convém analisar as principais causas e consequências da recente propagação desse fenômeno no nosso país.
Em um primeiro plano, há uma série de fatores que levam uma pessoa a aderir a esse modo de vida, entre elas estão: a procura por uma alimentação mais saudável , enquanto outras reconhece os animais como seres senscientes. Nesse sentido, atribue-se essa preocupação com a alimentação advinda de animais desde a Grécia Antiga, introduzida pelo filósofo Pitágoras, o qual é atríbuida a celebre frase: “Enquanto os homens continuarem massacrando os animais, eles também permanecerão matando uns aos outros.”. Tal prerrogativa vêm sendo difundida no Brasil, uma vez que a sociedade, segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira, já contabiliza cerca de 75% da população vegetariana nas metropoles.
Ademais, é fundamental apontar que as epidemias registradas ao longo de séculos, por sua maioria, são causadas através da exploração animal, tanto que o vírus Ebola, por exemplo, originário da África, surgido em 1976, com grave recidiva a partir de 2014, surgiu do consumo de animais infectados por morcegos. Nesse viés a atual banalização da exploração cruel de animais silvestres e domésticos, certamente teremos uma próxima catástrofe pandêmica. Nessa perspectiva, é indubitável que a inserção do vegetarianismo contribui para a diminuição dessa exploração e dos riscos do mundo globalizado.
Depreende-se, portanto, a necesidade de medidas que busquem impulsionar o conhecimento de tal modo de vida. Para isso, cabe a mídia, juntamente ao Ministério da Saúde promover a divulgação de eventos já existentes, como a segunda sem carne, a qual tem como objetivo estimular o não consumo animal por um dia na semana, deve também, ser mais explorada em camadas mais pobres, de maneira mais acessível. De modo que mais pessoas tenham acesso a informações, e possam, gradualmente, diminuir o consumo de carne e seus derivados.