O aumento do vegetarianismo no Brasil
Enviada em 19/07/2021
A obra literaria “Utopia” do escritor ingles Thomas Morus descreve uma sociedade baseada na ausência de conflitos e problemas. Entretanto, a realidade não entra em consonância com a realidade, uma vez que, o aumento do vegetarianismo no Brasil é extretamente criticado por parte da nação brasileira. Neste sentido, evidencia-se que não apenas a negligência estatal, mas também a falta de empatia são catalisadores da problemática.
A princípio, é essencial a percepção de que a falta de ações por parte do Estado se faz agente do imbróglio. Assim, segundo o contratualista John Locke, o poder executivo foi criado com o intuito de garantir o bem-estar e a coesão do corpo social. Todavia, tal teoria do filósofo inglês é ferida, já que existe uma falta de incentivos, para que o número de pessoas que não consumam carne aumentem e por consequência se reduza o abuso dos animais. Desse modo, diante da ineficácia desse orgão gestor tende-se a perpetuação tal cenário prejudicial aos animais.
Outrossim, vale ressaltar que a falta de empatia se comporta como promotora do entrave. De acordo, com o filosófo Zygmunt Baumam, a sociedade atual é marcada pela fluidez das relaçoes, essas que consistem em açoes superficiais e individualizadas. Nesta lógica, devido à um repúdio por parte da população a ideia do vegetarianismo e ataque as pessoas que o adotaram, fica notável que o pensamento do polonês se encontra compátivel com a realidade hodierna.
Torna-se evidente, portanto, a importância do aumento do vegetarianismo no Brasil. logo, é mister que o Governo Federal, enquanto garantiador dos direitos individuais, crie propagandas e debates nas redes socias, por meio de verbas governamentais, visando informar o povo sobre os benéficios do assunto, para que de tal maneira, haja no futuro um Brasil mais saudável e por fim mais próximo da realidade ideal imaginada por Morus.