O aumento do vegetarianismo no Brasil
Enviada em 20/11/2021
A mais de 2300 anos atrás até os dias de hoje, os monges budistas são criteriosos na questão alimentar-se de seres vivos por preceitos religiosos que estimulam a harmônia e respeito entre todos os organismos do planeta. Consoante a isso, percebe-se um aumento de pessoas vegetarianas na contemporaneidade que semelhante aos monges criam limitações ou até a restrição da ingestão de carnes. Entretanto, os motivos da adoção dessa prática na sociedade moderna muito se relaciona com os ataques ambientais causados pelo mercado e a crueldade infligida aos animais durante o processo, fatores que devem ser debatidos.
Primeiramente, é importante evidenciar a obra ‘‘Man’’ publicada no youtube, que retrata os futuros resultados das negativas ações antropicas presentes desde a primeira revolução industrial. Sabendo disso, uma das práticas criticadas pela animação citada, foi a confinação em escala de bovinos e caprinos para fins comerciais, que resulta diretamente no agravamento da poluição atmosférica visto que os gases liberados pelos animais são extremamente danosos em grandes quantidades, além de colaborar para com o pisoteamento do solo, causando a compactação do mesmo (impede que a água infiltre no solo e obstrui a troca de gases).
Outrossim, com o surgimento de influênciadores digitais a favor do cuidado e proteção dos animais como a ativista Luisa Mell, é factivél que a população, principalmente os mais jovens, se preocupem com o bem estar dos seres vivos. Ademais, com o auxílio das mídias digitais, fica cada vez mais fácil o publico pesquisar informações associadas ao confinamento e maus tratos dos bovinos dentro de matadouros, que acaba gerando desconforto e repulsa (imagens fortes) acerca de uma realidade antes desconhecida. Análogo a isso, ao somatizar todas as ideias propostas, fica nítido parte da preocupação de determinada parcela da população em alterar os hábitos alimentares a favor de um bem comum.
Portanto, faz-se mister ações para resolver o impasse. Logo, o Ministério do Meio Ambiente em conjunto com o Poder Legislativo, deve promover o controle aéreo de áreas utilizadas pela indústruia pecuária brasileira por meio de leis que tem como objetivo principal limitar a quantidade de animais por metro quadrado, de forma que exista um espaçamento entre eles, além de exigir um melhor tratamento bovino e caprino, tudo isso com o objetivo de acabar com a exploração excessiva e o com o exercício de maus tratos no meio rural onde predominam as zonas de abate, consequentemente reduzindo a emissão de poluentes no meio ambiente.