O aumento do vício em celulares no Brasil
Enviada em 25/09/2025
A Revolução industrial trouxe inúmeros avanços científicos para o mundo, dentre eles, os smartphones e a sua vasta capacidade de comunicação e entretenimento. Entretanto, nota-se que essa realidade impôs novos desafios às sociedade contemporâneas, como o aumento exponencial do vício em celulares no Brasil. Desse modo, torna-se necessário analisar os principais causadores dessa problemática : negligência governamental e a falta de informação social.
Diante desse cenário, cabe citar que a displicência estatal é um dos sustentáculos do vício em aparelhos celulares. A respeito disso, sabe-se que, segundo a Constituição Federal de 1988, é dever do estado garantir tanto a saúde física quanto a mental de todo cidadão brasileiro. Entretanto, é factual que boa parte da população desconhece esses direitos ou tem dificuldade de acessá-los. Como consequência disso, uma grande parcela do povo desenvolve problemas neuropsiquicos no seu cotidiano. Dessa maneira, é urgente combater a carência estatal sobre essa problemática.
Ademais, é verídico dizer que a falta de informação coletiva é um impulsionador desse embrglio. Sobre esse viés, de acordo com o filme “O dilema das redes”, a sociedade hodierna está cada vez mais dependente dos aparelhos móveis, o que acarreta diversos malefícios para a saúde mental e cognitiva e, muitas vezes, sem ter o conhecimento dessas consequências. Por exemplo, o uso descontrolado de celular reduz a sensibilidade mental para situações do dia a dia que ocorrem fora da esfera digital, ocasionando uma perda de foco, concentração e prazer na sua rotina. Portanto, é evidente que o uso descontrolado dos aparelhos eletrônicos afeta a potência do cérebro e a qualidade de vida da população.
Logo, o Governo Federal - órgão responsável pelo bem-estar coletiva e elaboração de leis - deve produziram políticas públicas para elucidar os malefícios do aparelho celular na vida da população, por meio de palestras e propagandas informativas, juntamente com a elaboração de novos centros de atendimento psiquiátricos e psicológicos e postos de pronto atendimento, objetivando fornecer um acolhimento e direcionamento sobre o meio virtual. A fim de consolidar uma sociedade mais consciente e verdadeiramente presente no seu cotidiano.