O aumento do vício em celulares no Brasil
Enviada em 04/06/2025
A tecnologia tem sido uma grande aliada nas diversas tarefas do cotidiano, principalmente, nas atribuições voltadas ao estudo e organização pessoal. No entanto, há uma grande preocupação com o aumento do vício em relação ao uso de aparelhos eletrônicos em geral. Assim, é evidente o cuidado nas políticas públicas além da conscientização sobre prejuízos causados por essa problemática.
Em primeira análise, as políticas públicas devem ser dirigidas ao público em geral, sobretudo nos jovens e adolescentes uma vez que ainda se encontram em processo de formação e a quantidade de informações podem gerar um aumento significativo na saúde mental tornando-os mais aniosos, depressivos, dependentes assim como interferir na formação cognitiva impactando diretamente nas escolhas profissionais e crescimento interpressoal.
Ademais, as mídias sociais com o intuito de gerar lucros desenfreados têm utilizado sdessa ferramentapara atrair pessoas e levá-las ao consumismo exagerado. Diante disso, conforme salienta o filósofo e pensador Sócrates “só sei que nada sei”, quanto a população é inundade de informações, menos consegue assimilar, tornando assim de suma importância a discussão sobre a preservação de conteúdos que não corroboram com a necessidade de dependência em aparelhos e aplicativos que consomem um tempo precioso que deve ser gerido de forma sábia.
Portanto, com o intuito de mitigar os impactos negativos do uso de celulares no Brasil, é preciso que o Poder Executivo juntamente com as mídias sociais sensibilizem a sociedade a usar de forma moderada com a apmliação de cartazes, palestras, ampliação de acesso a médicos especializados com o intuito de tratar pessoas que se encontram em situação de dependência. Além do mais, é imperioso que as escolas memo após a sanção da Lei 15.100/2025, que príbe o uso de celulares nas escolas, devem intensificar as medidas punitivas junto às famílias a fim de mitigar esse cenário que acarreta prejuízos incalculáveis à educação das crianças, visto que é responsabilidade do Estado, das famílias e da sociedade como um todo o dever de garantir uma educação de qualidade, conforme assegura a Carta Magna de 1988.