O aumento do vício em celulares no Brasil

Enviada em 05/07/2025

O calcanhar de Aquiles da modernidade

Atualmente, o Brasil vivencia um desafio sociológico, o uso de tecnologias digitais. Se por um lado, os avanços porporcionados com a modernidade garantiram acesso a aparelhos eletrônicos. Por outro, aflorou entre os usuários a falta de moderação e a exposição a riscos desde a mais terna idade.

À princípio, essa situação deve-se a popularização dos celulares e consolidação da internet como os principais meios de comunicação. No entanto, desde que essa dinâmica foi instaurada na sociedade, essa ferramenta de conexão tornou-se o mal do século XXI. Principalmente, devido o intenso uso desencadear dependência e ansiedade. Inclusive, profissionais como o psicólogo Marc Masip (2021) alertam para semelhança com o sistema de recompensa ao vício em droga. Desse modo, é importante medidas que visem bem-estar social. Assim como, o incentivo a moderação desse hábito, a fim de evitar os efeitos nocivos da hiperconectividade.

Somado a isso, é importante falar que esses efeitos descritos acima não se restringe a adultos. Segundo, o IBGE (2024) cerca de 85% da população brasileira tem celular incluindo crianças acima de dez anos. Nesse público os riscos são ainda maiores, pois dado a imaturidade de muitos sistemas estão mais sujeitos a esses danos. Como alteração em visão, sono e crescimento, impactos que afetam o desevolvimento e a rotina das criancas e jovens. Dessa forma, essa problemática precisa de intervenção, dado aos perigos que esse grupo está exposto.

Logo, há necessidade da ação do Governo Federal regulamentar o uso de tecnologias digitais. Por normas que detalhem aos usuários os riscos do uso excessivo de celulares. Como também, estabelecer campanhas educativas em mídias sociais que informem a população com linguagem clara e explicativa sobre os benefícios e os prejuízos que os aparelhos podem oferecer. Para que possam viabilizar as pessoas razões sobre a importância em adotar mudanças no relacionamento com essa tecnologia. Além disso, deve incentivar em escolas rodas de conversa com mediação de psicóloga para orientar os estudantes sobre a rotina adequada a cada faixa etária. Medidas que visam conciliar os avanços conquistados na modernidade com o uso consciente.