O aumento do vício em celulares no Brasil

Enviada em 18/06/2025

A música “admirável chip novo” expresso uma crítica contra “o sistema e a indução de consumo alienante no qual o ser humano é retratado como um robô através de uma metáfora. Entretanto, observa-se que o aumento do vício em celulares no Brasil é uma problemática existente, onde é possível identificar duas causas principais para essa conjuntura: omissão estatal e o pouco debate sobre o tema na sociedade brasileira. Logo, é necessário discutir as raízes históricas dessa conjuntura.

Diante desse cenário percebe-se que o descaso estatal contribui para a perpetuação do aumento do vício pelo celular. Sob a perspectiva do filósofo Thomas Hobbes, o Estado tem o dever em assegurar o bem-estar da coletividade. Todavia, essa premissa é inaugurada pelo pensador não se consolida, tendo em vista, que a esfera estatal não tem tomado políticas públicas para reverter este quadro de hostilidade uma vez que o vício pelos eletrônicos em solo nacional tem-se agravado continuamente, levando sérios riscos à saúde humana. Nesse sentido, ao invés de promover a qualidade de vida das nações, tais determinações falhas contribuem para a marginalização contínua dos cidadões em risco de vício. Assim, a postura estatal precisa de resolução.

Ademais, é válido salientar que o pouco debate sobre o tema também potencializa o reverso em relação ao vício pelos celulares entre os cidadão. Sobretudo, tal situação remete o aumento da caverna, proposto pelo filósofo Platão, no qual os prisioneiros tomam sombras por realidade por nunca conhecerem o mundo exterior. De forma semelhante, a falta de discussão crítica mantém a sociedade presa a visões limitadas, dificultando a superação da problemática. Posto isso a ausência de diálogo não só reforça o perigo dessa dependência dos eletrônicos, como também impede que os indivíduos reconheçam esses sintomas. Dessa maneira, para que o ditama de Platão seja firmado, a alternativas podem ser acionadas para que o desacordo com obstáculo seja sanado.

Nesse interim, urge que medidas sejam consolidadas para que se entrave seja contornado. Portanto, cabe ao estado, cuja função principal é a proteção dos direitos de seus cidadãos, promover políticas públicas voltadas à palestras