O aumento do vício em celulares no Brasil

Enviada em 03/07/2025

No século XX, com o advento do celular, as pessoas passaram a se comunicar progressivamente. De forma análoga, no Brasil, entretanto, o uso do item tecnológico se tornou vicioso, interferindo diretamente na qualidade e estilo de vida. Nesse contexto, medidas devem ser adotadas para reverter essa situação que tem como causas o silenciamento midiático e a baixa instrução nas escolas e universidades sobre o problema.

Diante desse cenário, vale salientar que o silenciamento midiático é fator mantenedor do problema. Acerca disso, a Constituição Federal de 1988 garante o uso consciente dos celulares, de forma indireta, mas o que é evidenciado é que as pessoas não resistem à dopamina oferecida pelos aplicativos e usam de forma excessiva o aparelho. Sob essa ótica, a indústria tecnológica investe massivamente em formas de manter a atenção das pessoas sobre os celulares. Logo, é preciso que o Governo invista bastante em publicidade para apurar a sensibilidade das pessoas.

Além disso, as escolas e universidades pouco instruem os alunos e isso corrobora para o descaso. Conforme o filósofo Kant, o homem é resultado da educação que teve e, nesse caso, o baixo nível de instrução resulta em adultos pouco críticos e viciosos. Nesse sentido, o problema persiste a medida em que escolas e universidades não ensinam sobre o aumento do vício em celulares no Brasil. Assim, pessoas se tornam cada vez menos críticas e pouco profundas em debates e discussões. Com efeito, enquanto ocorrer a baixa instrução das escolas e universidades, o caso persiste.

Torna-se evidente, portanto, a necessidade de superar os desafios acerca do acréscimo do vício em celulares no Brasil. Para isso, cabe ao Ministério da Cultura divulgar campanhas publicitárias em televisões e aplicativos em celulares como o “Youtube” que alertem sobre o uso excessivo dos aparelhos e conscientizem a respeito do que de fato está ocorrendo - empresas investindo massivamente em formas de manter a atenção, visando pessoas críticas. Paralelamente, cabe à escola e à universidade criar palestras e debates sobre o vício atual de celulares para tornar os cidadãos mais pensantes. Dessa forma, o celular pode ser realmente útil.