O carnaval como símbolo da nacionalidade brasileira no século XXI

Enviada em 18/02/2020

O Carnaval surgiu na Grécia antiga em meados do século sexto A.C, com intuito de celebrar o Deus do vinho Dionísio, entretanto, no Brasil contemporâneo tornou-se representação cultural na forma de protesto, uma vez que taxados de marginalizados e preconceitos com as fantasias virou senso comum da sociedade. Desse modo, Tal situação reverbera numa nação intolerante no qual não identifica os valores que a cultura Brasileira  oferece.

Nesse sentido, muito se questiona o excesso de bebidas e drogas nos blocos de ruas, no entanto, essa restrição não reproduz a tradição carnavalesca do País. Essa circunstância ocorre devido ao consenso genérico no qual totaliza os movimentos sociais como marginalizados, mas usando o termo do Mídia Ninja, a data comemorativa revida a linguagem enérgica da população, distante de preceitos que contestam a personificação da Festa.

Ademais, o desfecho contemplado “Mal-Comportado” decorre, sobretudo, pela vestimenta vista como esquisita pela sociedade, dado que, a estruturação preconceituosa enraizada na cultura Brasileira acabam por reforçar o racismo e homofobia perante as fantasias de nega maluca e de travesti. Em contra partida, segundo a Historiadora Tânia Fontenele, os Blocos de Carnaval buscam Empoderamento nas avenidas e é de suma importância o engajamento desses grupos pelo fato de dar visibilidade a essas questões e construir novas posturas.

Portanto, para reverter essa conjuntura, cabe ao Ministério da cultura democratizar o acesso ao conhecimento cultural do Brasil. Deve-se sobrevir por meio de um projeto difundido com sociólogos na qual por meio de debates em locais públicos ou até mesmo palestras, possa transmitir um incentivo para o desenvolvimento do cidadania ser menos polarizada e mais inclusiva nas ideais. Para então, desconstruir o preconceito enraizado que vem de séculos no Brasil.