O carnaval como símbolo da nacionalidade brasileira no século XXI
Enviada em 22/02/2020
Sob a visão universalista de são Tomás de Aquino,todos os indivíduos de uma sociedade democrática possuem direitos infindáveis.No entanto, mediante a perspectiva do autor, é crucial que tal diretriz supracitada englobe o parâmetro cultural do carnaval atrelado a entidade nacional.Assim sendo, é mister salientar a carência no acompanhamento do público em festividade pelo Estado,bem como a interpretação deturpada do carnaval que se multiplica na mentalidade dos cidadãos brasileiros.
Em primeira análise, o papel primordial do Estado vai além de resguardar as leis imprescindíveis , mas reaver o grau de acompanhamento ao público nesse ínterim.Todavia, é notável que essa concepção não cumpre a sua missão na realidade enquanto autoridade desses princípios mínimos como ferramenta.Em virtude disso, esse efeito proporciona negativamente uma segurança pública com a qualidade devida no entremente do carnaval, além de respaldar dentre os motivos pelo qual o povo negligencia a fuga de sua cidade natal para celebrar tal temática festiva. Nesse sentido,um exemplo disso, de acordo com a PRF ( registro da Polícia Rodoviária Federal) são 58.706 pessoas mortas em estradas federais entre 2010 e 2019, o que denota um desrespeito exorbitante a esse símbolo nacional.Logo, faz-se pertinente debater acerca desses embargos com o propósito de averiguar os aspectos limitantes em coletividade.
Em segundo plano, consoante ao pensamento do filósofo Pierre Bourdieu “O fenômeno da democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão”.De maneira análoga, é descomunal o subjugamento no que tange a esfera carnavalesca sob outro ponto de vista intrínseco ao cunho nacionalista com o objetivo de democratizá-lo em seu espírito.Outrossim, não há dúvidas que essa premissa tem a possibilidade de originar um legado na memória de muitos brasileiros,nada obstante, tal afirmação se submete a visões errôneas que produzem,respectivamente, uma falta de reconhecimento e afinidade no tocante ao carnaval como símbolo substancial da nação.Assim,medidas de caráter paliativo ou lento em relação a conciliação entre sociedade e cultura é um coeficiente determinante.
Depreende-se,portanto,a necessidade de averiguar medidas para democratizar esse ícone da pátria.Dessa forma, cabe o governo – órgão responsável pela autoridade política – incentivar maiores condutas de segurança pela polícia militar por meio de advertências aliado ao conteúdo midiático com o fito de mitigar acerca do mal uso de bebidas alcoólicas e as leis de transito para frear a supremacia dos acidentes.Ademais, o Estado deve assumir a serventia para o acesso as festas do carnaval alicerçado aos ideais ufanistas do romantismo brasileiro,isto é, como artefato privativo em palestras com a finalidade de elucidar o verdadeiro símbolo nacional inerente as tradições coloniais no século XXI.