O casamento infantil no século XXI

Enviada em 13/11/2025

A união com crianças é uma realidade que acompanha a humidade desde os primordios. O século vinte não vem se demostrando uma exceção, um dado da ONU - Organização das Nações Unidas - classificou o Brasil como o quarto pais com mais casos de casamentos infantis. Estatísticas tão problematicas e atuais como essa demonstra a importância de debater sobre este tema.

Diante desse cenário, naturalmente surge dois temores, abusos e saúde. A grande maioria das meninas que se casam jovens vem de familias pobres em situação vunerável, os pais utilizam-nas como uma oportunidade de melhorar sua condição financeira oferecendo elas para pessoas abastardas. O Brasil proibe casamentos abaixo de dezesseis anos de idade, portanto, com autorização dos responsáveis permanece possivel adolescentes de dezesseis e dezessete se casarem. Crianças com esses historicos familiares não possuem senso de moral, abrindo margens para esses “maridos” se aproveitarem sexualmente e psicologicamente delas, conjunto, com base na UNFPA - agência das Nações Unidas para a saúde sexual e reprodutiva - essas vitimas acabam engravidando durante esses primeiros meses de “união” gerando riscos a saúde da mãe e do bebê.

Ademais, um aspecto importante neglenciado nesse tema é o futuro dessas crianças. Segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - cerca de vinte e três porcento dos jovens, entre quinze a vinte, que abandonaram o ensino escolar tem relação com a gravidez. A maternidade precoce condenou o estudo destes impossibilitando se graduar, dificultando a busca por emprego acabam ficando a mercer do marido e da familia sem pesperctiva de um futuro profissional.

Por fim, Conclui-se que o casamento infantil é perigoso e repugnante. É necessário uma intervenção por parte do Congresso Nacional para proteger a juventude brasileira, por meio da atualização da lei de união aumetando-a obrigatoriamente para dezoito anos buscando zelar o desenvolvimento juvenil. Ao mesmo tempo, o GF - Governo Federal - precisa ampliar os programas educacionais, como o pé de meia, para todos os municipios para mantê-los estudando. Não menos importante, se mostra adequado pelo GF utilizar propragandas para concentizar e alertar a população.