O casamento infantil no século XXI

Enviada em 05/10/2019

Da mesma maneira que a telenovela “Caminho das índias”, onde foi reproduzido um casamento entre duas crianças indianas sem levar em conta seus consentimentos sobre o evento, em busca de interesses familiares e financeiros. Na realidade Brasileira, podemos ver o reflexo dessa cultura que fere os direitos humanos de crianças que não possuem ao menos capacidade de cuidar de si próprio. Ademais, a situação ficara pior quando o matrimônio entre crianças e adultos são realizados.

A prática do casamento planejado é considerado parte da história da humanidade. Entretanto, com a proclamação dos direitos humanos em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), a luta de crianças muitas vezes meninas em busca de seus direitos se tornaram cada vez mais frequentes. Porém, casos como esses ainda persistem em todo o mundo, visto que o interesse dos pais dessas crianças ultrapassam os limites e cedem seus filhos por sagacidade financeira.

Não menos importante, existem ocorrências de uniões entre menores e adultos, ou seja, ainda pior que o fato de unir duas crianças. Contudo, essa realidade é maior em países do oriente médio. Portanto, segundo estatísticas da própria ONU, na Turquia, cerca de 230 mil casamentos entre jovens e homens feitos foram realizadas de 2010 até 2015 de maneira ilegal por meios de rituais. Em vista dessa pesquisa, fica claro o ferimento dos direitos humanos, logo, medidas devem ser tomadas.

Tendo em vista a problemática, cabe ao Governo Nacional, promover leis mais rigorosas em relação a noivados infantis, tendo em noção maiores punições aos pais, por fazerem ou aceitarem essas uniões de seus filhos, como apreensão ou até mesmo a perca da guarda. Ademais, divulgar campanhas sobre o tema em todo território nacional por meio de, comerciais televisivos e web sites de notícias. Todavia, novos métodos devem ser tomadas pela ONU quando o assunto for proteger essas garotas do oriente médio, que são forçadas a se unirem com adultos, tendo segurança quando desejarem refugiar e viver como cidadãos de direitos.