O casamento infantil no século XXI

Enviada em 21/04/2020

Na Roma Antiga, as meninas se casavam antes dos 12 e os meninos a partir dos 14 anos de idade, e na China Imperial o casamento infaltil era noma. Assim, com o passar dos anos, o assunto passou a ser discutido e problematizado, devido a isso, no dia 13 de março de 2019, o Governo brasileiro sancionou uma lei que proíbe adolescentes de até os 16 anos de se casar. Entretanto, ainda é prejudicial para os adolescentes, principalmente para as meninas, pois às mesmas ficam expostas ao abandono escolar e problemas de saúde relacionados à interação sexual.

Primeiramente, de acordo com uma pesquisa realizada pela ONU, o casamento infantil é frequentemente visto como uma questão que afeta meninas nas áreas rurais e no interior, pela situação financeira as quais estão inseridas. Contudo, ao entrarem essa saída, muitas meninas estão propensas ao abandono escolar, pois o parceiro, na maioria dos casos a proíbe de ter amizades com pessoas da sua idade, tirando dela a possibilidade de uma vida social adequada e a impossibilitando de conseguir um trabalho futuro, pois não terá a base escolar.

Em segundo lugar, em um trabalho feito e publicado pelo site “fala universidades”, os autores falaram sobre a problemática do casamento infantil no século XXI, dentre o que foi postado tem-se os problemas de saúde derivados do ato. Com isso, pode-se sitar a gravidez precoce e os problemas do parto, pois em 75% dos casos a meninas não possui estrutura pélvica adequada, além disso, o número de DST’s nesses casos aumentam. Para finalizar, outro agurmento postdo pelo site é que na adolescência, principalmente antes dos quinze anos, também sofre com o risco de fístula obstétrica, uma grave condição médica após um parto não-adequado, podendo ter problemas permanentes.

Portanto, como foi visto anteriormente,  o casamento infantil é sim uma problemática para todos, pois além de interferir na vida de crianças que não escolheram esse caminho, afeta a família e o futuro desses menores. Sendo assim, faz-se necessário a execução de leis mais rígidas impostas pelo governo dos países e pela ONU para que a união seja permitida apenas para maiores de 21 anos, pois o indivíduo teria o poder de escolha e a conclusão do ensino na escola, além de ter menores riscos de saúde. Ademais, é importante a criação de ONGs no intuito de disseminar essas informações para as pessoas começarem a construir uma ideia sobre o assunto e ficarem cientes de que tal ato ainda se encontra presente no mundo.