O casamento infantil no século XXI
Enviada em 21/04/2020
O Brasil ocupa a alarmante quarta posição no ranking mundial de casamento infantil de meninas em números absolutos, com 2,9 milhões de uniões precoces - segundo pesquisa da Unicef.Com base nos dados, é claro que esposórios precoces são comuns no país, porém, essas informações são preocupantes, pois esses acontecimentos, aumentam a taxa violência doméstica, junto de diminuir o numero de estudantes.
Em primeiro lugar, Em 2015, o governo brasileiro divulgou um estudo que mostrou que a cada sete minutos uma mulher é vítima de violência doméstica no Brasil, junto da afirmação de que cerca de 70% da população feminina brasileira vai sofrer algum tipo de violência ao longo de sua vida.Sob o mesmo ponto de vista, o fato de casar uma garota ainda jovem, que na maioria das vezes fica em silêncio a respeito de agressões, abre ainda mais caminhos para o aumento da brutalidade vinda de seus parceiros.Ao mesmo tempo, esses casos, nos piores momentos, causam a morte da agredida, que nessa situação não basta ser um assassinato, ainda seria de uma pessoa menor de idade.
Estudos realizados pelo Banco Mundial sobre o custo do casório na infância, afirmam ser de grande negatividade, já que resultam na diminuição da taxa de escolaridade, que depois vem a causar falta de oportunidades no mercado de trabalho e vulnerabilidade econômica.Então de acordo com os fatos, a diminuição dessas pessoas afetadas nas escolas, mais tarde pode trazer uma vida de pobreza e miséria, prejudicando tanto elas quanto seus familiares.Com essas decorrências, a taxa de pessoas passando fome e sofrimento no país aumenta cada vez mais, que eventualmente, pode trazer a morte por falta das necessidades básicas.
Portanto, é evidente que o matrimônio antes do momento aumenta a hostilidade doméstica e a falta de educação escolar para as jovens.Logo é correto que o Governo seja rígido em detrimento de suas leis e proíba esses atos, por meio de anunciamentos pelas mídias, palestras e convenções de regulamentos federais e evidenciem as consequências para possíveis violações.Em conjunto, o Ministério da Educação, em parceria com a iniciativa privada, devem conscientizar os país sobre o desfecho negativo destas ações, por meio de palestras escolares e públicas.Como resultado, as taxas de agressão contra o sexo feminino irão diminuir, junto de um aumento na taxa de escolarização do mesmo gênero.