O casamento infantil no século XXI
Enviada em 29/08/2020
O casamento, é a união entre duas pessoas em um relacionamento conjugal, muitas vezes em um pretexto amoroso e com aspirações junto ao seu cônjuge, a ter uma vida melhor e de bem estar, sendo o terceiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável(ODS) da ONU, de promover o bem estar a todos(as), em todas as idades. Atualmente, o casamento infanto-juvenil são realizados pela emoção e imaturidade do período biológico em que as crianças e adolescente estão passando, de confusão, transtornos e incertezas sobre sua vida, efeitos da puberdade.
Historicamente os casamentos infanto-juvenis não eram feitos em razão a vontade imatura do jovem que não tem uma visão ampla da responsabilidade de um matrimônio, mas sim muitas vezes com interesse de terceiros, existe como exemplo histórico o casamento realizado com Dom Pedro I e Dona Maria Leopoldina, ambos filhos de famílias reais, portuguesa e austríaca respectivamente, que presavam os interesses de seus tronos e perpetuação de suas linhagens.
O casamento infanto-juvenil afeta diretamente na qualidade dos estudos e empregabilidade, principalmente das meninas, segundo a Banco Mundial e a Unicef, a taxa de matriculas secundarias em países com casamento legal para menores de 18 é de 69%, contra 83% em países com casamento infanto-juvenil ilegal. Para que os adolescentes necessitam se casar já que não teriam o mínimo para manter-se, pois nem o estudo básico de qualidade a maioria detém.
Portanto, nos países nesta situação, cabe aos Ministérios responsáveis pelo bem estar social, por meio de seus parlamentos, com o apoio, colaboração e ajuda de organizações competentes internacionais a criarem e aprovarem leis que proíbam o casamento de crianças e adolescentes para que sejam obrigados a estarem matriculados em escolas de qualidade, consequentemente será atingida a qualidade de vida aspirada na terceira ODS, aonde toda a humanidade conseguirá mudar as tristes estatísticas atuais do mundo.