O casamento infantil no século XXI

Enviada em 14/05/2021

O Brasil está sendo visto pelo mundo todo com estatísticas negativas em vários setores, ocupando assim, o 4 lugar no ranking mundial, onde acontece o casamento infantil. Dessa maneira, se tornando um assunto social, relacionado a educação. Suas vítimas são em maior parte, meninas com idades inferiores a 18 anos, causando problemas físicos, emocionais ao decorrer de suas vidas.

Ademais, não é de hoje, voltando ao passado lá em 1822, na crise de sucessão ao troco portugal, onde M. da Glória casou aos 7 anos com seu tio, para ter o trono nas mãos de seu pai. Atualmente, a história se repete com 36% da população feminina que se casa antes dos 18 anos de idade, em maioria com homens mais velhos, deixando espaço a vulnerabilidae, dependência financeira e isolamento; passando a maior parte de seu tempo em casa fazendo afazeres domesticos e cuidando de seus filhos.

Imediatamente, essas meninas passam a parar de estudar, de ir a escola, aumenta o risco de sofrer violência doméstica, sexual e emocional dentro de casa, logo, deixando de lado sua vida, seus sonhos para viver a disposição de seu marido. Bem como, em muitos casos, o pensamento do casamento cedo tem como objetivo a liberdade, a vontade de ter uma vida melhor, porém a realidade é contrária. Por isso, a porcentagem é maior em lugares como no suburbano, no interios e nas favelas.

Portanto, é necessário que o Ministério da educação aceite falar sobre as consequências de assuntos tão delicados e presentes, como o casamento infantl no século XI, para conscientizar essas jovens dos seus direitos, riscos e alternativas, e que leias sejam criadas para a punição destes que casam com menores. Dessa forma, o Brasil caminha em direção a um futuro melhor.