O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 19/04/2018

Desde 2014 com a lei sancionada pela ex-presidente Dilma Rousseff,a exploração de criança,no Brasil,é considerada um crime hediondo. Por conta do alto índice dessa prática cometidos por pessoas com vínculos familiares ou não,a sociedade luta pelo fim dessa cultura,a qual se faz presente de maneira assustadora acerca de crianças e adolescentes.Assim,é inegável o perigo relacionado com o abuso sexual e os problemas que facilitam a ocorrência do mesmo.

Segundo Olavo Bilac,membro fundador da Academia Brasileira de Letras,uma criança é como um cristal de cera e que qualquer choque,por mais brando, a abala e comove.Sendo assim,é possível observar que a violação cometida,afeta à integridade emocional e física do indivíduo (vítima).Nesse contexto,para melhor comprovar essas marcas internas como o medo e a insegurança, psicólogos,professores e especialistas estudam maneiras de descobrir tais abusos, que perseguem severamente muitas crianças e as prejudicam nas escolas e outros meios sociais.

Além disso,deve-se destacar os problemas que facilitam essa ocorrência, como o descuido de “amizades” virtuais e a ilusão da segurança , a qual muitas pessoas acreditam ter nos aplicativos de comunicação.Ademais, é percebido atualmente crianças e adolescentes com maior liberdade para administrar o tempo diante desses aplicativos,como Facebook e WhatsApp e caindo em armadilhas anônimas,criando situações de desespero como retratado no quadro “O Grito” de Edvard Munch.

Desse modo,com o intuito de diminuir o risco de ocorrência da pedofilia ,é preciso que vários órgãos sociais trabalhem juntos.Isso pode ser obtido por meio da Escola que criará projetos educacionais, os quais mostraram por meio de trabalhos dos alunos dados vinculados aos números  de casos e o meio da ocorrência,com o objetivo de melhores informações. Por fim, é importante que os pais e responsáveis busquem policiar os menores diante de movimentos suspeitos na internet, os quais mostram alguma relação com o abuso, sendo ele verbal ou físico,para que não ocorra o pior.