O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 24/05/2018

O filme “Preciosa” consegue nos mostrar a realidade de uma jovem de 16 anos que foi violentada pelo pai e acaba engravidando além de ser negligenciada pela mãe tendo que conviver com as consequências desse abuso. Fora das telas essa situação não é muito diferente, na qual diariamente jovens sofrem violência sexual direta e indiretamente. Portanto, o assunto deve ser debatido tanto nas escolas como também em cunho social.

Quando começamos a discutir tal assunto, e olhamos a sua evolução, conseguimos observar a sua entrada no mundo virtual, o desenvolvimento de uma sociedade e seus direitos, mas em relatos históricos se constatam diversos atos culturais que eram aceitos e ate respeitados, na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual dos adultos foi um costume tolerado e até prezado. sendo uma honra para um jovem ser iniciado por uma pessoa mais velha na vida sexual, porém a visão da sociedade tinha dessas pessoas mudaram.

A pedofilia, nome dado a esse desvio de conduta, consiste no desejo compulsivo por crianças e pré-adolescentes, sabe-se que os pedófilos não possuem perfil padrão o que torna difícil de identificá-los porque a maioria, inicialmente, conquista a confiança da criança. Dessa forma, as crianças são incapazes de perceber se uma pessoa é ofensiva ou não, por isso, é de grande valia que os responsáveis estejam atentos, além de orientá-las e, principalmente, ouvi-las.

Com o surgimento do dia mundial contra a pedofilia em 1973, a visão que a sociedade tinha começou a mudar, o abuso sexual é um problema grave que ainda temos que lidar mesmo nos dias atuais.

Portanto, mediante destes casos medidas são sim necessárias e serão severamente reprimidas, seja pela denuncia ou pelo Poder Publico para julgar e processar o indivíduo. O governo deveria também implementar nas escolas de ensino fundamental e médio, aulas sobre educação sexual esclarecendo todas as dúvidas encontradas nos alunos. Os pais também tem seu papel em casa, serem acolhedores com seus filhos, saberem informar e aconselhar, mas também ouvi-los para que saibam se algo está ocorrendo com o mesmo, notando mudanças comportamentais e também denunciarem a agressão, se estiver ocorrendo, a polícia.