O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 07/08/2018
É notória a necessidade de ir de encontro à violência sexual contra crianças e jovens no Brasil. Diante disso, constata-se, desde a Grécia Antiga, onde existiam cerimônias que continham atos de pedofilia. Desde então, a problemática se faz presente e prossegue de farto encargo por dois motivos relevantes: a terceirização dos filhos e a superexposição de meninos e meninas na internet.
É indubitável que a família é o alicerce fundamental de um indivíduo. Os pais, encarregados pelo Art. 227 da Constituição Federal, têm o poder de assegurar todos os direitos da criança e do adolescente, salvo de toda forma de negligência, violação, discriminação, entre outros. Esses de forma inconsciente outorga a responsabilidade a outros, formalizando a terceirização dos filhos, que por consequência resultará em crianças vulneráveis e desassistidas.
Como desdobramento dessa temática e da carência de combater às díspares formas de pedofilia no Brasil, faz-se necessário ressaltar a superexposição desses na internet. Nessa situação, relaciona-se o fato da negligência dos pais e ingenuidade das vítimas, que oportunizam o proveito dos molestadores. O que se nota, na contemporaneidade, é a inoperância dos pais e do Estado, que em lei em vigor, deveria assegurar e proteger jovens e crianças de qualquer forma de abuso e exploração.
Dessa forma, é mister necessário estacar a violência sexual contra jovens e crianças no Brasil. Para tal, os pais têm de estarem operantes e atenciosos, indagando seus filhos para obterem análise comportamental para verificar-se se há irregularidades físicas ou psíquicas . Por outro lado, o Estado deverá criar companhas, divulgadas pelas prefeituras, que transmita a necessidade de eliminar a negligência sobre as crianças pelos pais, a fim de evitar a terceirização. Ademais, é papel do Governo criar formas de denuncias imediatas que resguardem as vítimas, com o objetivo de tornar o combate célere.