O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 03/10/2018

Desde o livro Utopia, escrito por Thomas More, entende-se que uma sociedade necessita de engajamento social e político para desenvolver-se. No entanto, quando se observa a pedofilia no Brasil no país, verifica-se que esse ideal utópico é constatado na teoria e não na prática, e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país. Nesse cenário, torna-se clara a falta de atitude do Estado, bem como a negligência e a compactuação da sociedade.

Em uma primeira análise, sob a ótica sociológica, a persistência da problemática no Brasil é intrinsecamente fomentada pela negligência e pela compactuação da sociedade que se omite diante de os casos de pedofilia no país. Um exemplo disso é que houve 7.592 notificações de casos, segundo divulgado pelo O Globo, sem indignação popular. Neste sentido, o sociólogo Alemão Jürgen Habermas afirma que a sociedade depende da critica às suas próprias convicções e comportamentos para que mudanças efetivas aconteçam.

Ademais, em um segundo plano, é inquestionável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam em harmonia para solucionar o problema. Tal fato se reflete nos escassos investimentos governamentais em segurança e em prevenção frente à pedofilia, medidas que deixariam a resolução do problema mais perto, e devido á má administração e fiscalização pública por parte dos gestores isso não acontece.

Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que o Governo invista em segurança pública, por meio do aumento de funcionários capacitados para investigar e prevenir casos de estupros, com o proposito de diminuir os índices de estupro no país. Além disso, cabe às escolas informatizar e conscientizar as pessoas sobre educação sexual. Isso pode ser feito por programas nas escolas e campanhas nos meios de comunicação, a fim de informatizar as pessoas sobre como pedófilos agem - e por conseguinte aumentar a fiscalização das famílias frente aos perigos e ações dos estupradores.