O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 10/10/2018
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos o direito à segurança e ao bem-estar social. Conquanto o combate à pedofilia no Brasil impossibilita que certa parte da população desfrute desse privilégio. Nessa perspectiva convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para sociedade.
Primeiramente ressalta-se que a maioria dos casos são ocasionados por agressores conhecidos ou da própria família da vítima. Segundo dados do Disque Cem, o serviço telefônico da secretária, foram recebidos 87 denúncias de violência sexual por dia em 2013. Diante do exposto é alarmante o número de casos que ocorrem todos os dias e o mais agravante é que a maioria das vítimas sofrem no seu próprio lar.
Faz necessário, ainda, salientar a falta de diálogo em muitas famílias como impulsionador de tal problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, econômicas e políticas é característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, muitos familiares tem deixado de lado conversas sérias com seus filhos, levando a falta de confiança e medo da denúncia de muitos que acabam sofrendo calados tais atos de violência.
Infere-se, portanto, que ainda há obstáculos para garantir um mundo melhor. Dessa maneira, é urgente que o ministério da educação deve impor nas escolas campanhas com ajuda dos professores um diálogo aberto sobre pedofilia, com uso de matérias como livros ilustrativos visando que as crianças entendam até que ponto pode deixar alguém tocar no seu corpo. Já o governo deve promover anúncios com ajuda da mídia sobre a importância da denúncia, com cartazes, propgandas. Assim o Brasil poderia superar os desafios imposto pela violência sexual infantil.