O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 02/11/2018

A Constituição Federal de 1988, garante que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança uma vida sem negligências. Não se vê, entretanto, na sociedade atual, um cumprimento da  lei, visto que a pedofilia é um entrave que perpetua durante séculos. Desse modo, é essencial que o assunto deixe de ser tabu entre as famílias e a legislação seja rigorosa em relação à exploração sexual de crianças.

Em primeira análise, é válido citar que, dia 18 de maio é dia nacional contra a exploração infantil. Nesse contexto, é viável que os responsáveis pelas crianças e adolescente tenham conhecimento sobre a importância de conversar o assunto com tal grupo. Visto que, ainda é um tabu em diversas famílias no Brasil e muitos pais não sabem como abordar o tema. Vê-se, o paradoxo em um Estado democrático, pois ainda há o ferimento de um direito desse público previsto constitucionalmente: colocá-los a salvo de toda forma de negligência, exploração, violência, crueldade e opressão.

Além disso, lamentavelmente, a legislação é falha na questão de leis e campanhas de combate a pedofilia. Caso como o de Araceli, esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta -ano de 1973-. Tal barbaridade, ainda é comum na sociedade, e haja vista que tem uma maior facilidade de propagação devido a internet. Sob esse viés, é fundamental o investimento em campanhas e leis mais severas.

Em suma, são necessárias medidas para resolver o impasse. Cabe a família, por meio de conversas com a criança e explicações de como agir perante aos acontecimento, com o objetivo de conscientizar-lá. É dever do Estado, que financie campanhas de aviso, além de leis mais severas com os agressores, para que romper esse mal que perpetua. Além do mais, a mídia em parceria do Ministério da Saúde, pode divulgar formas de conversar sobre o assunto, com a introdução de comercial e programas que falem sobre o tema, a fim quebrar o tabu. Dessa forma, o direito da criança e adolescente será respeitado como escrito na constituição.