O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 22/06/2019
Segundo o dicionário Aurélio, pedofilia significa: “Atração sexual de um adulto por crianças”. A problemática vem sendo discutida pelo mundo inteiro, ainda mais no Brasil, onde o tema ganha grande destaque; é fato que crianças e adolescentes são abusados diariamente de forma direta, porém, o ato pedófilo não é praticado apenas de modo direto, mas sim, de outras formas, como palavras e atos encobertos. Tais atos, levam a traumas irreversíveis, como o surgimento da genofobia (medo de fazer sexo) e outros impasses não só relacionados com a vida sexual do indivíduo, mas também é perceptível o fato de que pessoas que passaram por abusos na infância tendem a ser mais tímidos em diversas situações.
Nem todos os casos de pedofilia chegam a ser reportados à polícia ou ao IAPI (Instituto de Assistência e Proteção à Infância) e acabam sendo mantidos em silêncio e também é plausível ressaltar que em muitos casos, a vítima não recebe credibilidade e não são devidamente ouvidas e atendidas. Na maioria dos casos de abuso infantil, o acusado não pratica o ato sexual de forma direta mas sim, seus atos são encobertos ou discretos, o abuso pode começar de forma psicológica, ou seja, por meio de insinuações sexuais por meio de palavras ou ameaças.
Diversos estudos apontam que a pedofilia deixa marcas, muitas vezes irreversíveis, em uma pessoa. Os abusos sofridos podem levar a distúrbios psicológicos que afetam diretamente a vida de um indivíduo, não apenas na vida adulta, mas sim, na infância.
É fato que muitas crianças deixam transparecer sinais como “pedidos de socorro”, mas como identifica-los? Uma possível solução para tal problemática seria a criação de cartilhas que instruíssem cuidadores (e as próprias vítimas de como delatarem o abuso sofrido para instituições sociais que ofereçam apoio e cuidado) de como agir ao notarem algum sinal ou ato suspeito por parte da criança ou de algum adulto que esteja praticando um ato de pedofilia; já a problemática dos distúrbios causados pelos abusos já sofridos, seria interessante o tratamento psicológico gratuito para os indivíduos que sofreram tais traumas.; a cartilha seria distribuída em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, já a mesma sera criada em parceria com psicólogos, especializados na área da pediatria, e também em parceria com a UNICEF.