O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 21/06/2019

Casos de pedofilia são constantemente divulgados pela mídia e os números elevados causam indignação. Nesse contexto, discute-se como combater esses abusos praticados contra crianças, adolescentes e nos  adultos portanto temos que tentar acabar com isso o mais rápido possível para que nenhum cidadão venha sofrer mais abusos no dia a dia.

Visto que a maioria dos pedófilos agem dentro das suas próprias casas (conforme assentam as pesquisas divulgadas), as famílias e as comunidades devem estar atentas, fiscalizando e denunciado qualquer ato indecente. Ao constatar que alguém apresenta problemas psicológicos, cabe aos parentes ou vizinhos encaminhá-lo aos profissionais e às instituições que cuidam da saúde mental. Não conseguindo, porém, convencer o indivíduo a buscar tratamento – ou mesmo levá-lo a força -, é imprescindível acionar as autoridades policiais para que essas intervenham e, sob o império da lei, afastem o indivíduo insano do convívio familiar e comunitário, evitando a prática hedionda.

Entretanto, muitos casos só são descobertos anos depois que os abusos ocorreram. Assim, é fundamental que o governo busque parcerias com a iniciativa privada e invista na saúde mental da população. Nesse viés, campanhas publicitárias precisam estimular que as pessoas denunciem qualquer suspeita quanto à prática, ainda que isolada, de atos libidinosos envolvendo menores, porquanto a fiscalização, prevenção à reiteração de abusos e a denunciação cabem a todos os cidadãos.

Evidencia-se, portanto, que a pedofilia é um problema de saúde psíquica que assola a população, e deve ser combatido pelo governo em parceria com a sociedade civil organizada, atuando através de políticas públicas preventivas. Contudo, o recrudescimento da persecução penal aos abusos sexuais perpetrados é imperioso para que tais transgressões sejam duramente reprimidas, com a máxima eficácia e efetividade.