O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 26/08/2020

Em 1988, foi promulgada a Constituição Federal que apresenta as leis e direitos dos brasileiros. Entretanto, tais direitos não estão sendo respeitados no que se tange os parágrafos do Artigo 227, esse texto veio para representar os direitos da criança e do adolescente, porém é notório, no Brasil, altos índices de pedofilia. Desse modo, é impressionável solucionar a problemática a fim de respeitar a Constituição do país.

Primordialmente, é importante relatar o quão grave é a questão da pedofilia na sociedade. Nesse sentido, segundo o SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), em 2012, houve 7.592 casos de violência sexual contra crianças, sendo que 72,5% eram meninas. Outrossim, de acordo com o SUS (Sistema Único de Saúde) são registrado por dia, pelo menos 20 crianças de zero a nove anos de idade, que são atendidas nos hospitais públicos, foram vítimas de pedofilia.

Além disso, o filósofo, existencialista, Jean-Paul Sartre fala que; o ser humano não nasce pronto e tem, dessa forma, a possibilidade de se construir. Nesse âmbito, pode-se diz que o abusador ensina a vítima que seus atos são necessário a ela, e também convence à criança não contar aos seus responsáveis o que está acontecendo. Portanto, infelizmente, a vítima de pedofilia cria um mundo sombrio dentro de si e compartilha com nenhuma outra pessoa seus sofrimento.

Destarte, é mister que o Estado tome providências para dirimir o impasse. Para que o combate à pedofilia cresça consideravelmente no Brasil, urge que o Ministério da Educação junto às escolas deve participar do crescimento das crianças e adolescentes e ensina-los, por meio de discussões em sala de aula, a importância do diálogo com uma pessoa de confiança. Ainda cabe ao Ministério da Comunicação junto as redes de televisão, por meio dos jornais e programas de entretenimento, aprimorar os debates sobre à pedofilia, a fim de alerta a população sobre a importância de dialogar com os filhos em casa. Assim, observa-se-á os direitos da criança e do adolescente sendo respeitado.