O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 04/12/2020

No projeto “Crescer Sem Violência” apoiado pela Unicef, é relatado diversos alertas para a população sobre conhecimento que as crianças devem ter do seu corpo. Diante esse panorama, é evidente que a realidade apresentada pela obra pode ser retratada ao Brasil contemporâneo. Logo, a falta de ensinamentos para crianças sobre a educação sexual, bem como uma rigorosidade nas leis de proteção aos direitos as crianças e jovens.

Em primeiro plano, é importante destacar a ausência da disciplina sexual em casa. A respeito disso, de acordo com a ANED(Associação Nacional de Educação Domiciliar), a literacia familiar proporciona o amadurecimento da criança, como também uma autoestima sólida e preparada aos impactos da sociedade. No entanto, os pais, por possuírem uma carga horária de trabalho pesada, acabam não tendo tempo para se dedicar aos valores educacionais aos seus descendentes. Desse modo, as crianças terão uma inexperiência sobre a sexualidade na vida.

Outro ponto relevante, nessa temática, é o reconhecimento de leis mais rígidas para a defesa infantil. Análogo a isso, segundo os dados do Disque 100, em 2019, houve mais de 76 mil denúncias sobre violência sexual envolvendo crianças e adolescentes. Em síntese, os agressores por serem na maioria das vezes uma pessoa de confiança para a família, acabam se aproximando mais ainda da criança e comete atos impróprios, então, usa o argumento que a criança está mentindo para tentar se livrar das acusações. Assim, causando traumas irreversíveis no corpo infantil.

Portanto, cabe à mídia, a finalidade de informar todos os brasileiros, promover a conscientização sobre a pedofilia no Brasil, por meio de campanhas publicitárias em propagandas de televisão e rádio, com o intuito de alertar a população sobre as consequências da omissão na educação sexual as crianças, assim minimizando os efeitos negativos causados as crianças pela violência sexual provocada por um pedófilo. Somente assim, os alertas divulgados pelo projeto “Crescer Sem Violência” irão aumentar gradativamente.