O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 10/06/2017
Sofrimento, medo, angústia são algumas das consequências sofridas por crianção de jovens em todo o Brasil. A luta contra exploração infantil é de valor indiscutível o qual deve ser debatido. Há dois fatores que não podem ser negligenciados para melhor eficácia ao combate da pedofilia, a maior participação das escolas e creches e além disso, a produção de leis mais rígidas agrega ainda mais o combate ao abuso de crianças e jovens.
Em primeira análise, cabe pontuar que escolas, creches ou outras formas de ensino devem assistencializar, guardadas as proporções de idade, aqueles que sofrem abusos e não sabem como lidar com tal situação. Comprova-se isso por meio da integração aluno, escola, polícia em estados americanos do Oregon e Arkansas onde foi reduzido o números de casos de pedofilia e abusos de crianças e adolescentes.
Ademais, convém frisar que as punições dadas a tais criminosos não são rígidas comparado a tal perversidade. No Brasil, tem - se leis muitos brandas que não inibem pedófilos e estupradores isso torna perigoso o cotidiano da sociedade de bem. Além disso, as polícias civil e militar, por causa da burocracia, não investigam de forma eficaz suspeitos que por sua vez conseguem escapar do flagrante.
portanto, medidas são necessárias para atenuar essas problemáticas. o Ministério da Educação juntamente com as secretárias de Educação devem produzir palestras, com psicólogos e pedagogos educacionais como as escolas podem agir ajudando e reconhecendo aquela criança que passa por essas dificuldades. Já a justiça tem a obrigação de gerar leis mais duras como a castração química, a qual está a reduzir drasticamente o abuso sexual de crianças na Coréia do Sul. Asim a pátria educadora oferece mecanismos exitosos contra a criança e o adolescente.