O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 10/06/2017

A pedofilia é um distúrbio psíquico, o qual é caracterizado pela atração, práticas sexuais e pornografia infantil. Tal mazela que persiste na sociedade contemporânea, onde no Brasil, as cidades com mais denúncias são : São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, as quais tem uma grande concentração de habitantes do País. Esses casos se iniciam muitas vezes com o auxílio da Internet com as redes sociais e lamentavelmente entre membros familiares.

Em primeiro lugar é necessário ressaltar que após ter a intimidade violentada, a criança ou adolescente permanecerá com traumas e diversos transtornos emocionais. Consoante disso, a vítima poderá sofrer com doenças mentais, como a depressão. Além de que, como o exemplo da menina de nove anos que precisou se submeter ao aborto, pois foi estuprada pelo padrasto, poderá ficar com sequelas por não ter a formação e ser prematura à práticas(violentas) sexuais, as quais ocorrem.

Outrossim, com o avanço da tecnologia, o maior meio utilizado para “atrair” as vítimas, são as redes sociais. Como é exposto no filme “Trust”(confiar), que retrata a interação, o abuso e as consequências da violência, não só com a vítima mas com a família e amigos. Devido ao abuso, a vítima tenta o suicídio, um ato que hodiernamente é retratado no País, pelo medo e reclusão das mesmas a recorrer por ajuda e ser ignorada, como ainda acontece na sociedade.

Ademais, além da Internet e de próprios membros familiares existem os sequestros e vendas clandestinas de crianças por todo o mundo. Tendo cerca de 40 mil crianças desaparecidas por ano no Brasil, onde as que sobrevivem estão em cativeiro e em condições precárias, impostas a violência sexual, tal fato que é recorrente e tem pouco auxílio perante a sociedade, como também pouco proteção diante da escola e responsabilidade dos pais e encarregados.

Logo, medidas são necessárias para evitar o acréscimo de vítimas da pedofilia. Por exemplo, recursos midiáticos para aumentar a criticidade social dos responsáveis dos jovens sobre o uso das redes sociais. Também há a necessidade do aumento da fiscalização governamental, aprimorando serviços de inteligência na Internet, sobretudo, escolas, ONGs e sindicatos com projetos de segurança para com as crianças e palestras para incentivar as vítimas a não ter medo e denunciar o agressor.