O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 13/08/2017

De acordo com o Estado da Criança e do Adolescente, a classe infantojuvenil não pode ser vítima de abusos ou exploração, sendo afetado seus direitos fundamentais. Analogamente à pedofilia no Brasil, pode-se depreender considerável dicotomia em relação aos dados apresentados, visto que mostra-se uma alarmante situação, no que se refere a integridade física e psicológica dos jovens. Dessa forma, vê-se a problemática como caótica, necessitando inescusavelmente de mudanças.

Em primeiro plano, pode-se inferir que o ato mínimo da denúncia consubstancia fator preponderante para a conjuntura hodierna do impasse. Conjectura-se relevante transcendência do temor com o transgressor em detrimento da liberdade individual. Vale salientar também que a pedofilia apresenta-se como fator histórico. Em meados da Grécia Antiga, por exemplo, as cerimônias sexuais entre anciões e indivíduos jovens, apresentava-se como âmbito natural. Portanto, vê-se o deficit nas delações de atos ilícitos e o âmbito histórico como empecilho para a resolução do problema.

Em consequência disso, pode-se depreender adversidades de curto e longo prazo na vida das vítimas. Em primazia, a prática do assédio enseja modificações físicas como sono e mudanças alimentares, além de propiciar alterações comportamentais, exemplificado pelo uso de entorpecentes. Outrossim, a depressão mostra-se como um dos principais estigmas causados pela pedofilia. Infere-se portanto que tal conjuntura necessita ser urgentemente mitigada.

Destarte, medidas são essenciais para o epílogo do impasse. Segundo Jean-Jacques Rousseau, o homem nasce bom e por todo lado encontra-se acorrentado. Análogo a tal pensamento vê-se que tal pode representar de forma equipolente o cotidiano sofrido pelas vítimas, no que se refere ao abuso, assim necessitando de suplatação breve. Primordialmente, cabe ao Ministério da Justiça equipar adequadamente conselhos tutelares com viaturas e tecnologia eficiente, para propiciar o funcionamento e investigação dos casos de maneira plena.

Ademais, cabe ao ministro da educação e sua cúpula, a intensificação de aulas sobre fisiologia, intesificando a percepção sobre a integridade física. Sendo tais ações financiadas pela Receita Federal. Assim, o país caminhará para a execução eficiente do Estado da Criança e do Adolescente, na conjuntura exposta.