O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 11/06/2017
Na Grécia Antiga, há relatos que apresentam como normal o sexo com crianças. Dessa forma, percebe-se que esse comportamento se alastrou para outros territórios e que ainda em pleno século XXI permanece enraizado, principalmente no Brasil. Para compreender essa questão com a devida profundidade, é preciso considerar as perspectiva histórica e social que a envolve.
Na Idade Média, houve um intenso combate à sodomia que, entre suas variações, incluía a prática sexual com crianças. Tal fato fica claro, nas mudanças de pensamento ocorrendo na sociedade ao longo do tempo. Ou seja, a população mundial começou a se preocupar com as crianças, que por sua vez não tem como defender-se de outras pessoas. Dessa maneira, quando houver qualquer ato de violência contra menor de idade é necessário que haja punições.
Outrossim, de acordo com Bauman, o individualismo tão presente na Modernidade Líquida faz com que as pessoas tratem as outras, como fossem objetos. Isso acontece, principalmente com as crianças. Além disso, de acordo com o Sinan, a maioria dos casos de pedofilia ocorrem dentro de caso. Assim, deve haver denúncias para órgãos específicos com a finalidade proteger e guardar os direitos da criança.
“O ornamento da vida está na forma como um país trata suas crianças”, afirma Gilberto Freyre. Desse modo, para fazer valer as palavras desse sociólogo, as escolas devem criar disciplinas afins para discussão do tema para deixar os alunos mais atentos aos casos de pedofilia. É necessário também, que as mídias façam campanhas informativas para mostrar o quão a pedofilia no Brasil é crescente e ruim. Ademais, o governo deve necessariamente fiscalizar as leis impostas aos pedófilos com mais rigor, além das Ong’s dar mais amparato social as vítimas, como ajuda psicológica. Somente assim, as crianças tornarão-se os frutos do futuro do Brasil.