O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 11/06/2017

Desde as grandes capitais até as cidades do interior, a pedofilia é uma realidade palpável. Desconhecidos, amigos próximos à família, pais e até mesmo avós ou tios(as) podem se tornar os algozes de crianças ou adolescentes, sendo a maior parte desses abusadores do sexo masculino. A qualquer hora e em qualquer lugar, o abuso pode estar acontecendo, e nesse abuso se enquadram desde toques com teor sexual, fotos e até estupros.

A pedofilia é um crime naturalizado dentro da sociedade brasileira, onde apenas os casos mais brutais recebem o foco da mídia, enquanto outros tantos casamentos com crianças menores de quatorze anos acontecem nos interiores do país. A pedofilia não é apenas a criança estuprada, mas é também aquela que casou-se com alguém mais velho para sair de casa. Ela não é um problema apenas familiar, mas sim de saúde pública.

Pesquisas apontam que a maior parte desses abusadores é de convívio próximo a criança, até mesmo do círculo familiar. Elas nunca estão totalmente seguras e por isso algumas medidas tem que ser tomadas para sua proteção. Como forma de proteção, a federação já instaura leis, mas além disso poderia ser feito um trabalho educativo com a população e com as próprias crianças.

Que se ensine aos pais a observar pequenos detalhes que mostram que a criança está em alguma situação de abuso, assim como para professores. Que as leis tornem-se mais severas e seja impossível o abusador escapar de sua punição. E que, após o trauma sofrido, a criança passe a ter algum acompanhamento psicológico para que não se torne um abusador. As crianças e adolescentes tem que ter confiança de que algo vai ser feito, de que eles não estão sós.