O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 20/06/2017
No contexto social vigente, observa-se que, o grande número de casos de abusos sexuais contra crianças e jovens relaciona-se com pouca educação sexual nesse período. Nota-se que, temos a disposição o ‘‘Disque Cem’’ como ferramente para relatarmos crimes contra o público juvenil. É imprescindível destacar o paradigma que existe entre pais e filhos no assunto sexual, que é tido como um tabu nos dias de hoje.
É pertinente elencar, paradigmas criado pela sociedade sobre o ato de comentar sobre sexo no núcleo familiar é algo de extrema importância para ensinar o jovem a dizer não a indivíduos mal intencionados. É visto também em caso de violação da sexualidade do menor, a maior probabilidade do indivíduo desenvolver notórios problemas psíquicos, que restringem-os a interagir na sociedade. Em decorrência disso, o trauma causado na vida de um ser que ainda não detém de formação psicológica é imensurável, de modo que muitas vezes a vítima evita contato com qualquer que seja o órgão de tratamento para tais casos.
Simultaneamente a isso, o agressor normalmente está inserido no âmbito familiar, na maioria das vezes do sexo masculino, tendo em vista um possível pacto de silêncio criado por ele que é usado para amendrontar a criança ou o jovem.
Com essas constatações, temos a família como a principal força motriz da ordem social, que deve desmistificar o assunto sexo e abordar a prevenção o quanto antes. A escola, a mídia e o Estado também podem trabalharem junta em prol do menor, promovendo palestras sobre o assunto, mostrando os profissionais responsáveis pelo tratamento, como o psicólogo, a professora e até a pedagoga escolar. A fim de atenuar a violação do Estatuto da Criança e do Adolescente, minimizando as dores das nossas crianças.