O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 27/06/2017
Segundo Confúcio, filósofo chinês , não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros. No império Romano eles não só praticavam a pedofilia, mas também disponibilizavam crianças para a satisfação sexual de adultos. No entanto, mesmo com esses indícios históricos a sociedade ainda se vê assombrada pelo medo do abuso de menores.
A pedofilia infantil pode ser vista como doença, pois, pedófilo é um indivíduo que apresenta um transtorno caracterizado por fantasias sexuais excessivas e repetitivas envolvendo crianças. Contudo, é um problema de saúde pública, visto que com o agravamento do caso é definido como abuso sexual. Esse delito acaba acarretando á vitima tanto doenças como problemas psicológicos. A maior preocupação dos profissionais são as DST( Doenças sexualmente transmissível), desde que existem doenças sem cura, um exemplo é a AIDS, ou seja, a criança irá viver com uma patologia para o resto da vida.
Além disso, a saúde mental da vitima é frágil, em virtude de ser uma criança que não sabe se esta certo ou errado aquela atitude, o que acaba favorecendo o abusador que a deseja. Isso ocasiona uma mudança de comportamento e um isolamento social do indivíduo, que consequentemente não consegue falar com os responsáveis ou profissionais sobre o assunto.
Diante disso, tem vários caminhos para o combate, tanto por meio de denúncias para o conselho tutelar como para o ECA( Estatuto da criança e do adolescente), esses irão tomar as medidas cabíveis diante da situação proposta. Tendo em vista, o avança tecnológico, uma mobilização da sociedade através das redes sociais, programas e palestras em escolas com foco no ensino do corpo e as consequências de ficar calado. Por fim, um acompanhamento psicológico ao pedófilo e uma observação das mudanças, seria o começo do combate á pedofilia infantil.