O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 07/07/2021

‘‘A palavra progresso não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes’’. A citação do físico Albert Eistein manifesta a atual problemática social infantil, sobretudo no cenário brasileiro, uma vez que o combate à pedofilia - adultos que têm preferência sexual por crianças - torna-se necessário no país. Essa adversidade é impulsionada pela carência de atenção sobre a temática, pois a educação sexual infantil e a vigilância estatal são medidas profiláticas no embate da pedofilia.

Em primeira análise, a educação sexual infantil favorece a descontinuidade do óbice. ‘‘Se a educação sozinha não trasforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda’’. O excerto do educador Paulo Freire é pertinente com essa mazela social, porque apesar de também necessitar do apoio da sociedade brasileira, o combate da pedofilia aliado à educação das crianças pode e deve ser recorrido, já que o discernimento entre certo e errado é moldado nessa fase da vida. Logo, o amparo da pedagogia é indispensável na resolução do problema.

Além dessa perspectiva, a vigilância e o empenho estatal minimiza o empecilho. De acordo com o Ministério da Saúde, 87 denúncias de violência sexual são realizadas por dia e pelo menos 20 crianças são atendidas nos hospitais do Sistema Único de Sáude, após terem sido vítimas dessa violência. Contudo, esses dados são insuficientes para solução da problemática e da garantia dos direitos da infância, como demonstra o Estatudo da Criança e do Adolescente, a qual a criança têm direito à dignidade. Portanto, é evidente o desrespeito aos direitos infantis.

Destarte, cabe ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos - órgão responsável pela defesa dos direitos sociais - em conjunto dos Setores da Defesa, como a Polícia Federal, combater à pedofilia e seus malefícios para o país. Nesse sentido, através do aporte financeiro do Governo Federal no avanço das tecnológias de fiscalização sobre tal crime, e que conte com o auxílio dos centros de ensino nessa monitoria. E com isso, possibilite o progresso do Brasil, como cita Eistein.