O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 12/07/2021

A Constituição brasileira de 1988 assegura á criança, ao adolescente e jovem, o direito à vida e a saúde. No entanto, na prática, tal garantia é deturbada, visto que à pedofilia no Brasil continua crescendo desenfreadamente. Assim, mostra-se relevante pensar no papel da família para a construção dos conhecimentos básicos sobre a sexualidade, onde, infelizmente a abnegação do ensino nos lares, as escolas, por sua vez se detem a não falar sobre a pedofilia e formas de prevenção para os menores por recebimento de repúdio dos responsáveis, as hipóteses que configuram como maiores problemáticas desse pernicioso cenário.

De início, é notório destacando a importância da família, e seu papel para o cresimento da criança levando em consideração o conhecimento do corpo e como ele funciona para que o combate à pedofilia no Brasil tenha êxito. Isso porque cerca de 58% dos casos são realizados por amigos ou conhecidos dos responsáveis ​​segundo o SINAN, Sinstema de Informação de Agravos de Notificações. Esse cenário nefasto ocorre não apenas por falta de atenção aos detalhes dos responsáveis, mas por ausência da educação sexual no lar, crianças que não são educadas sexualmente, jamais terão habilidades de perceber quando algo estiver errado.

Ademais, cabe ressaltar a importância indispensável do ensino no ambiente escolar, alertar sobre a pedofilia e ensinar aos menores sobre prevenção as doenças e possíveis abusos. Esse contexto envolve a forma com que os responsáveis ​​repudiam a prática alegando que as escolas despertam o desejo sexual das crianças. Na NWES TV , o Profissão Repórter faz entrevistas com adolescentes e jovens que alegam nunca ter ouvido falar sobre educação sexual nas escolas, moças entre 12 e 17 anos não sabem porque todo mês existe o fluxo mestrual. Sendo assim, torna-se urgente reconhecer que esse processo resultou hoje no aumento dos abusos sexuais no Brasil.

Portanto, com o objetivo de minimizar a pedofilia no Brasil, cabe aos  familiares e escolas adotar o hábito de dialogo com os menores sobre a sexualidade na infância, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da sáude, deve propor uma campanha de conscientização nas escolas com a presença dos responsáveis por meio de um projeto de lei entregue à  Câmara dos Deputados, tal campanha será disponibilizada semanalmente como uma disciplina escolar para as crianças e seus pais,  com ajuda dos professores e psicologos esclarecendo dúvidas, tanto dos pais quandos aluno que já tem uma vida sexual ativa, e para as menores usando desenhos e filmes que falem sobre a sexualidade de forma leve e clara. Espera-se, com essa ação alertar a todos sobre os riscos da pedofilia, somente assim, existirá o combate e segurança das vítimas para denunciar criminoso.