O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 08/07/2021

Durante o Brasil Colônia, as crianças escravizadas eram usadas para satisfazer os desejos de seus donos, por isso, sofreram bastantes abusos. Trazendo para o contexto brasileiro atual, vários jovens sendo vítimas de pedofilia, havendo a violação de seus direitos. Por essa razão, esse tipo de atitude deve ser combatida, o que pode ser feito através da discussão sexo com os mais novos e da divulgação de serviços públicas que eliminam no combate.

Primeiramente, é válido levar em consideração que falar sobre sexo é um tabu na sociedade brasileira. Um exemplo disso é o atual presidente, Jair Messias Bolsonaro, quem afirma que a educação sexual pode aumentar a curiosidade, levando os mais jovens a ter relações precocemente. Entretanto, essa é uma afirmação equivocada, pois o desejo de saber é inerente ao ser humano e não será uma conversa que despertará, aumentará isso, mas sim o tempo. Ainda assim, o aprendizado sobre sexo é necessário, pois, pode ajudar a prevenir possíveis atitudes que resultem em algum tipo de abuso ou exploração.

Além disso, uma forma de combate à pedofilia no país é divulgação de políticas e seviços que ajudem nisso. Dois bons exemplos são o Disque 100 e o Estatuto da Criança e do Adolescente. O primeiro, é um serviço de denúncias, para a proteção de jovens, com foco na violência infantil e o segundo, é onde estão reunidos os direitos e leis que protegem os mais novos. Com o conhecimento dessas políticas, uma sociedade poderia contribuir com a luta a favor do gozo de direitos por parte dos jovens, pois, por meio delas, como as pessoas querem entender melhor o assunto e como evitar-lo. Sendo assim, elas são indispensáveis, porque elimin a deixar o país mais seguro e justo para todos.

Diante do exposto, é fácil perceber que o combate à pedofilia no Brasil deve ser feito palestras. Elas  se originariam de uma iniciativa do Ministério da Educacão adjunto à Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que reuniriam crianças e responsáveis ​​para ouvir médicos, psicólogos e professores falando sobre sexo, não sobre o ato em si, mas de um jeito que eles possam adquirir autoconhecimento, isto é, conhecer o próprio corpo, e conhecimento sobre doenças sexualmente transmissíveis, como ocorre a reprodução. Dessa forma, os jovens serão capazes de reconhecer uma situação de risco de algum abuso ou exploração, podendo, assim, evitar. Além disso, Ministério da Justiça e Segurança Pública deve fazer campanhas divulgando políticas públicas pelas mídias sociais, como televisão, redes sociais, rádio. De maneira que a sociedade conheça os direitos dos mais novos, em qual situação é preciso fazer uma denúncia e como fazê-la. Com isso, o país se tornaria mais seguro para as crianças e adolescentes, que aproveitariam seus direitos livremente.