O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 11/07/2021
O comportamento sexual e suas expressôes são comuns a todos os seres humanos.Entretanto, a manifestação dos desejos e anseios relacionados ao objeto sexual é particular a cada indivíduo.Nesse sentido, apresentam-se variações que, cateagorizadas pela psquiatria, são delimitadas em disturbios e, especialmente no Brasil, como perversões e atrocidades à sociedade.Assim surge a pedofilia, condição clínica que, no país é dita como perversidade pela opinião píblica e, como tal é tratada, se caracteriza pelo obejto sexual do doente serem crianças com idades inferiores a quatorze anos.Nesse contexto, é pertinente uma análise multifacetada dessa problemática, como melhor via à sua mitigação na nação.
Dando continuidade à questão, o caminho mais plausível e acertivo a ser tomado no âmbito à mitigação da pedofilia brasileira passa pela abordagem integrada do problema, perfazendo tanto à vitima, quanto ao autor dessa moléstia.Nesse sentido, deve-se haver uma abrangência mais nas práticas adotadas ate o momento no país, as quais baseiam-se quase que integralmente no amparo jurídico à vítima, segundo o Instatuto da Criança e do Adolescente(ECA), e na rigidez punitiva aos infratores dessa legislação.Assim, trata-se apenas uma viés da problemática ao resumir-se à privação de liberdade do infrator, agindo muito mais como uma ação paleativa ao ato do que necessariamente uma forma efetiva de resolução do problema.
Dessa maneira, ao enxargar-se apenas um lado da moeda, as ações publicas atuam de forma incompleta na diminuição dos índices de pedofilia no Brasil.Essas condutas estatais devem ir além do amparo à vitima ao que se refere à resolução da questão.Dessa forma, deve-se desconstuir a imagem midiática e distorcida dessa patologia na opinião pública, a qual concebe a moléstia como ato de perversisade e degeneração humana, o que dificulta por devéras à procura de tratamento e auxílio por parte do doente, dificultando uma ação assertiva e direcionada, por parte do Estado, no problema.Superada essa primeira barreira, como forma de integração, deve-se fornecer amparo social por meio de grupos de ajuda com psiquiátricas e psicólogos especializados na aréa desse disturbio em cada município como via efetiva ao combate á pedofilia no país.
Destarte, são necessárias ações integradas e uníssonas das unidades federativas, partindo-se de um planejamento multifacetado com os diversos atores sociais para que ocorra a abrangência do tratamento à questão da pedofilia no país.Assim, essas unidades devem atuar na descontrução da opinião pública sobre a doença por meio de campanhas nacionais de conscientização sobre a gênese da patologia.Ademais, deve-se ampliar e estimular a busca por auxílio por parte do doente por meio da oferta de amparo social e especializado pela crição de grupos de apoio em cada município da nação.