O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 27/08/2021

A pedofilia sempre esteve presente na história do mundo e, com isso, causou muitos transtornos psicológicos nas vítimas de tal ação. Entretanto, ao contrário da esperada melhora nas estatísticas, o que se observa é um crescente número de casos que surgem na contemporâniedade física e no mundo digital. Dito isto, o contexto ainda fica pior quando se observa a falta de educação sexual e a supervisão familiar paras com as crianças e adolescentes no Brasil.

Partindo deste recorte temático, se faz necessário entender como as escolas e as equipes docentes podem ajudar a identificar e denunciar o problema. Portanto, este presuposto busca valorizar o papel das instituições alfabetizadoras, pois em muito casos, os primeiros a identificarem os sintomas de abusos sexuais são os professores e coordenadores. Decerto que esta situação proporciona uma posição muito fávoravel para os guardiões de menores de idade, uma vez que se consegue uma abertura para tratamento e inserção de método recorríveis para a reversão da socialização da criança. Com isso, as escolas se tornam agentes sensíveis e capazes de poder inserir meios pedagógicos para incentivar e ensinar os alunos como identificar quando recorrer por ajudar.

Não obstante é papel apenas do poder público agir contra este óbice, mas também das famílias como um todo. Ao analisar os diversos casos de pedofilia no Brasil, infelizmente, muitos são provindos de seios familiares, ao especial membros agregados tardiamente. Pensando nisto, a vigilância das crianças deve ser completa e não deve excluir nenhum membro, ao destacar aqueles que possuem problemas de socialização, imaturidade sexual ou que foram vítimas de abusos sexuais no passado. No entanto, tais medidas buscam apenas a proteção da socialização primária das crianças aos olhos de Auguste Comte, que diz que caráter e personalidades são formados principalmente dos 0 a 12 anos em berço reduzido e doméstico.

Portanto, traçar um caminho para combater a pedofilia no Brasil é necessário. Dito isto, cabe às escolas a inserção de educação sexual para todas as idades, de modo a levar conhecimento para aqueles mais marginalizados e a coragem de denunciar tais importunos. Ao governo federal, campanhas publicitárias devem ser feitas e transmitidas em horário nobre nas televisões para aumentar o número de invíduos informados. O Ministério da Saúde também deve fazer parte ao proporcionar bolsas psiquiátricas e médicas para aparar as vítimas de tais abusos, para evitar perdas de produção sociocultural no futuro do país. Por último, as famílias devem ensinar suas crianças como agir e como identificar uma situação como esta, incertivar o discurso aqui, pode ser de grande valia. Ao somar todos os esforços, constrói-se uma futuro melhor para os pequenos.