O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 10/09/2021
Em princípio, na Grécia Antiga, a pedofilia era encarada como cerimônias religiosas, como " algo normal “, em que a criança ou jovem eram obrigados a terem relações sexuais com pessoas mais velhas. Ou seja, tinha-se a romantização e naturalização da pedofília como algo normal e a ser enaltecido. Porém, de acordo com o artigo científico da editora JC, esse abuso causa danos físicos, morais, intelectual e psicoemocional na vida da vítima. Portanto, é necessário que o Estado atente-se para a pedofília enquanto fator que põe em risco a integridade física e mental de crianças e jovens.
Outrossim, no livro " Memórias de uma moça mal comportada”, rela a história de Bianca Lamblim, uma garota que era abusada sexualmente, por Simone de Beauvoir, lider de movimentos feministas. Entretanto, tal fato repulsivo, não teve nenhuma repercursão em veículos de comunicação, pelo fato da agressora ser considerada uma pessoa famosa. Concomitantemente, muitas pessoas são retraídas a não denunciarem tal ato na atual sociedade, com medo de represálias futuras, e serem oprimidas por militantes que aderem a mesma ideia de uma pessoa famosa.
Além disso, como foi retratado as empáfias dessa agressão e as dificuldades de denúncia, principalmente se o agressor for uma pessoa famosa ou até mesmo da própria familia. Segundo o sociólogo Lévinne,“As coisas parecem mais horríveis quando consideramos o assustador potencial de violência presente numa geração de crianças quando abusadas na infância e que logo estarão adultas.’’ Por conseguinte,revidam contra esses agressores, seja eles da sua própria família ou fora dela.
Dessa forma, faz-se necessário que o Estado, invista em leis que garantam um acompanhamento psicológico, físico e mental a vítima,na familia, nas escolas, as escolas promoverem palestras de conscientização, ter leis mais rigídas ao agressor, e a própria dismistificar muitas “inverdades”, sendo assim a sociedade alcançará a plenitude do seu direito.