O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 02/09/2017

Confiar. Eis o filme que relata a vida de uma adolescente a qual é abusada sexualmente por um homem  em ela conheceu pela internet. Fora da ficção, a pedofilia é uma realidade na cultura  verde-amarela, o que origina problemas tais: o distanciamento dos pais em supervisionar os filhos e uma Lei ineficiente o qual ainda deixa esse crime presente na vida dos brasileiros. Assim, é necessário mais do que um belo discurso para combater a mazela.

Primeiramente, embora a tecnologia facilite abertura para o mundo da pedofilia, é indubitável  que os pais possuem uma parcela de culpa para o qual esse mal aconteça. De acordo com filósofo Kant, o homem não é nada daquilo que a educação faz dele, ou seja, a ausência dos pais em fiscalizar com quem seus filhos estão se relacionando e a falta de um diálogo sobre a pedofilia abre margem para crime como esse sempre ocorra devido a pouca criticidade das crianças. Dessa maneira, enquanto não houver uma constatação mais difundida sobre esse assunto, o país vai adquirindo um caráter retrógrado.

É elementar pontuar, também, que a problemática da pedofilia advém de vários precedentes, dentre eles a incompetência da Lei contra os agressores. Isso ocorre, porque a manutenção do poder público em não deixar a pena mais rigorosa, faz com que os infratores  não sejam intimidados e esses indivíduos cada vez  disseminam à pratica dessa ação irregular. Prova disso, é o dado divulgado pelo Ministério da Saúde em que em média cada dia, 20 pessoas do gênero infantil de zero  a nove anos de idade são atendidas em hospitais por terem sido vítimas de violência sexual. Destarte, evidência-se  uma participação do Governo em deixar a Lei mais rígida.

Fica claro, portanto, que medidas são necessárias para combater a mazela. A mídia deve usar seus recursos midiáticos como novelas, jornais e campanhas com objetivo de alerta os adultos para orientar os seus filhos sobre a pedofilia e supervisionar as relações que eles possuem na internet e fora dela. Além disso, o Ministério da Justiça pode criar uma delegacia especializada no caso para o atendimento seja rápido com intuito da vitima não se sentir constrangida e elaborar uma emenda constitucional mais rigorosa. Por fim, o Mec deve instaurar nas escolas palestras com psicólogos sobre essa violência para  que os alunos não fiquem com medo em denunciar ou recorrer a alguém de confiança. Afinal, como dizia Gandhi o futuro dependerá daquilo que fazemos no futuro.