O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 11/07/2022
A Constituição federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema judiciário - garante a todos o direito à segurança. Entretanto, ao analisar os crescentes casos de pedofilia no Brasil, nota-se que essa afirmação não está funcionando na prática. Com efeito, há de se combater a maldade humana, bem como o silêncio do estado.
Covém ressaltar, a princípio, que o ser humano é responsável quando observa o crime sendo feito, e não tenta impedir. Acerca disso, a filósofa alemã Hannah Arendt, criou o conceito de “Banalidade do Mal”, que exemplifica que o ser humano não pensa, faz o mal tornar-se banal. A sociedade atual, em contrapartida, valida ainda mais o pensamento da pensadora, uma vez que diariamente em novelas e filmes um homem de maior idade mostra-se interessado na jovem da obra cinematográfica, e a audiência desse tipo de programa é gigantesca. Logo, é essencial mudar essa falta de criticismo da população.
Em segunda análise, deve-se relatar que o Estado é a melhor forma de solucionar a maior parte dos problemas sociais atuais, porém não o faz. Nesse viés, a obra “Cidadão de Papel” de Gilberto Dimenstein, afirma que os direitos dos cidadãos estão apenas no papel. De maneira análoga, sabe-se que os agentes do governo deveriam cumprir sua função de garantir os direitos escritos nas leis á todos, mas obviamente, isso não acontece. Desse modo, é indispensável que os órgãos do governo tomem as devidas providências.
Dessarte, é mister que o Ministério da Criança e do Adolescente,quanto autonomia máxima dos aspectos infantis, promova debates a respeito da pedofilia. Essa ação pode ser concluída por meio de palestras e eventos escolares, que devem incluir profissionais no assunto para auxiliar as discussões. Desse modo, o Brasil finalmente estará livre de indivíduos nojentos que praticam a pedofilia, além de que mais pessoas terão consiência da gravidade desse problema.