O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 12/09/2017

O silêncio que grita

Ao analisar o tema referente aos abusos sexuais cometidos às crianças, vê-se que ele ainda se faz presente na sociedade. Na maioria dos casos, o agressor é alguém próximo à família e que mantém contato com a vítima. Ademais, as consequências que tal contexto pode trazer à criança são consideravelmente negativas.

Hodiernamente, o aumento no número de denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes é um alerta para a sociedade brasileira. No que tange à questão jurídica, todas as crianças e adolescentes têm direito à vida, liberdade, segurança etc, conforme previsto pelo ECA (Estatuto da Criança e Adolescente). No entanto,, apesar de tal fato, pedófilos continuam a cometer abusos, o que causa revolta na sociedade.

Nesse sentido, a ação destes tipos de agressores pode se fazer presente tanto no mundo real quanto no virtual. Contudo, devido a facilidade de acesso e popularização das redes sociais, a porcentagem de casos de pedofilia é numericamente maior na internet, fato que preocupa os pais e as autoridades.

Outrossim, as diversas consequências psicológicas e físicas que a criança, vítima de um abuso, pode desenvolver são desastrosas, uma vez que esta pode apresentar tendência ao isolamento social, à formação de alguns de alguns distúrbios e redução da autoestima, o que pode gerar, até mesmo, um futuro quadro de depressão.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o imbróglio. Segundo o filósofo Kant: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele.” Dessa forma, o Ministério da Educação, junto com professores e psicólogos, poderia organizar palestras, nas escolas, para os pais a fim de ressaltar a importância de acompanhar e verificar as ações do filho em redes sociais para assim, diminuir os casos deste tipo de crime. “A posteriori”, o Governo Federal deveria criar propagandas, para a população em geral, com o intuito de auxiliar os pais na identificação de comportamentos, nas crianças, que possam indicar situação de abuso. Por fim, o Ministério da Justiça poderia instaurar punições mais severas para quem cometer tais crimes, bem como julgar tais casos com mais eficiência para, dessa maneira, diminuir ou, até mesmo, sanar o problema.