O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 13/09/2017
Infelizmente crescem o número de abuso infantil no Brasil. O problema se dá pela falta de comunicação entre a vítima e a família, erotização da criança, principalmente. É necessário que a maior parte dos casos denunciados tem como agressor, alguém muito próximo e na maioria das vezes é um familiar.
Uma pesquisa feita pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), afirma que 88% dos casos denunciados anualmente, as crianças foram molestadas por pessoas próximas.O fato da proximidade do invasor ser conhecido faz com que a vítima tenha menos coragem ainda de falar sobre o abuso. Lamentavelmente, o agressor não tem um perfil para ajudar a sociedade a identifica-lo, isso gera incredulidade por parte da família quando o adolescente tentar expor a situação, visto que o agressor na maior parte dos casos não gera nenhuma suspeita. O assunto sexo se tornou tabu o que é péssimo, porque sem abordar o tema dentro de casa ou na escola a criança não vai se conhecer a ponto de saber identificar quando ela esta sendo abusada.
Cada vez mais cedo há uma erotização dos adolescentes. Segundo a Chilhood Brasil, em 2014 foram registrados 51.553 casos de pornografia infantil, o que leva a crer que o problema é bem pior. Violência sexual no Brasil se tornou algo cultural, que cada vez mais tem inserido as crianças. Esse tipo de violência não requer necessariamente penetração íntima, visto que o que importa para o agressor é coagir a vítima e a imposição da sua força sobre a mesma.
A educação sexual dentro das escolas é uma excelente opção de intervenção, já que ela não busca o isentivo a pratica do ato sexo, mas sim em ensinar sobre o tema. Educação essa que poderia ser feita em casa para aumentar o diálogo entre os familiares, isso faz com que a comece os adolescentes tenham confiança em conversar sobre o assunto. A fiscalização do Estado em todas as mídias também é essencial para diminuir a erotização das crianças.