O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 11/10/2017

O que acontece na infância não fica apenas na infância. Os problemas psicológicos causado por violência sexual perpetuam-se. As consequências de tal ato aparecem em diversas fase da vida adulta. Infelizmente tornou-se frequente os casos onde o agressor é próximo à família da vítima.

Grande parcela dos casos o agressor tem frequente contato e fácil acesso à vítima. É inimaginável parentes praticar tal crime com um ser tão inocente, quebrando completamente a fase mais lúdica da vida, que é a infância. Por esse motivo, muitos pais deixam de desconfiar e muitas crianças sofrem agressões sexuais por pessoas próximas à elas.

A vítima da seus sinais de que algo está errado. A rejeição ao saber que encontrará o agressor, mudança de comportamento, introversão, são sinais de que está acontecendo algo que a descontenta. Mesmo assim é difícil os pais diagnosticarem a agressão, tornando o processo mais demorado e os transtornos psicológicos ainda piores.

Como o maior número de denúncias realizadas são de agressões sofridas por crianças até nove anos, levando em consideração sua inocência, esse assunto deve ser abordado nas escolas. Para os pais, a escola deve expor o problema e manter os pais atentos, deixando-os cientes de que os atos podem ser praticados por quem os rodeiam. Para as crianças, conversas didáticas respeitando sua faixa etária, para que elas saibam diferenciar brincadeira de abuso sexual. Além de utilizar um meio que atinge varias classes sociais, as telenovelas, com casos fictícios relatando a realidade da violência sexual infantil. Reforçando a ideia de que todos estão sujeito a isso, é preciso ter cuidado e estar sempre atento.