O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 21/09/2017

Medo e o trauma. Esses são exemplos de consequência que crianças e adolescentes levam consigo quando são violentados sexualmente por adultos.Os casos de pedofilia têm crescido gradativamente nos últimos anos, em sua maioria, pela grande facilidade de escolher um ‘‘alvo’’ na internet e também,por maior ocorrência de pedofilia familiar.

Com a ascensão eletroeletrônica nos últimos 40 anos, está cada vez mais fácil de estar nas redes sociais e mídias.Não é diferente com as crianças.Porém, essas redes se tornaram meios de facilitar a ação dos pedófilos,que,criam perfis falsos para entrar em contato com crianças e adolescentes, oferecendo-lhes presentes e convidando-os para encontros,onde, de fato, acontece o crime.

Outrossim, pode-se citar a grande incidência de violência sexual familiar,em que, na sua maioria, pais ou padrastos abusam de suas filhas ou enteadas.Segundo pesquisa realizada pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), esses tipos de casos relacionados ao abuso sexual praticado por conhecidos chega a 26,5% dos relatos de crianças até 9 anos e  de 29,2% até os 19 anos, representando quase um terço dos casos de pedofilia.

Portanto, em meio a estas evidências, é de extrema importância a ação do pais,para acompanhar as redes sociais de seus filhos, e , da justiça, para punir o violentadores. Indubitavelmente, limites quanto a utilização das redes sociais devem ser impostos pelos pais, além disso, devem observar as conversas de seus filhos e seus comportamentos, dando-lhes conselhos e protegendo-os.Por outro lado, a punição é indispensável, mas não somente isso, deve-se difundir campanhas contra a pedofilia nas redes sociais e TV, sob organização de ONG’s e os Governos do Estado e da República, mostrando como o abuso afeta a vida de uma criança para o resto de sua vida.Com estas ações em conjunto, com certeza, a ocorrência de abusos sexuais de menores tende a diminuir significativamente no decorrer dos anos.