O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 16/10/2017
No contexto social vigente, nota-se a violação dos direitos da infância. Retrata-se esse quadro comportamentos de abuso sexual na juventude que pode desencadear seríssimos problemas de saúde mental. A propósito disso, somam-se dois fatores alarmantes dessa situação, crianças que tiveram uma educação conturbada, associado à inexistência de debate e conhecimento por parte da sociedade intensificam essa problemática.
É relevante abordar, primeiramente, que casos de pedofilia são recorrentes na grande maioria em famílias na qual não possuem uma estruturação familiar saudável. Por exemplo, a família que não apresenta uma base sólida da conservação dos valores morais e educacionais. De certa forma, as crianças são mais vulneráveis e expostas a situações de abuso sexual, vale ressaltar que em grandes casos, esse comportamento ocorre com o próprio membro da família, seja um tio, primo ou até mesmo com os próprios pais. A cada dia, pelo menos 20 crianças de zero a nove anos de idade são atendidas nos hospitais que integram o Sistema Único de Saúde (SUS). Esse dado comprova uma triste realidade do Brasil, pois o número é preocupante para o Estado, em que se observam crianças sendo violentadas sexualmente diariamente. Consequentemente disso, vê-se um problema de saúde pública que afeta as crianças com descontrole emocional e doenças mentais que compromete a qualidade de vida.
Outro fator primordial nesse assunto é a questão do tabu, na qual boa parte da população cultiva a ideia de que não é necessário debater sobre a pedofilia, pois acredita que estimula o incentivo ao sexo. Devido a isso, boa parcela da sociedade e família descrimina a atitude de realizar diálogo com os jovens. Diante disso, verifica-se que muitos jovens atualmente recebem total liberdade de navegar nas redes sociais sem a fiscalização dos pais, logo, os pais não mantem informado sobre a procedência do filho no mundo virtual. Decorrente disso, as crianças é exposta a comportamento de abuso sexual, seja físico ou virtual. Assim, fica clara a necessidade de uma intervenção que visa combater essa realidade. Evidencia-se, desse modo, que à pedofilia compromete a qualidade de vida. Para combater essa problemática, recomenda-se, primeiramente que o Ministério da Educação, objetiva em criar projetos de palestras de conscientização e que estimule os valores morais nas famílias brasileiras, assim deve, encaminhar para as Secretarias de Educação de cada município com intuito de colocar em prática em âmbito escolar e aberto ao público. Ademais, cabe à família abrir diálogo com os filhos, debater de forma natural, instruindo a proteção do seu corpo e manter presente na vida dos filhos a fim de fiscalizar mudanças de comportamentos. Dessa forma, pode haver uma redução dos impactos causados pela pedofilia no Brasil.