O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 21/10/2017

Com a globalização o espalhamento de fotos e informações é muito vasto e intenso, expondo, principalmente, crianças, onde pela inocência e ausência de discernimento, aliado à ação da mídia no cotidiano das pessoas se tornam suscetíveis a diversos tipos de violência, inclusive sexual, e cabe a órgãos de defesa ao menor e aos responsáveis a proteção deste.

A internet é de fundamental importância para mascarar o agente pedófilo, fazendo com que este se passe apenas por mais um usuário, quando, na verdade, por trás há pessoas com más intenções. Tem-se, por exemplo, diversos casos de crianças e adolescentes em aplicativos, como o Facebook, serem manipuladas e induzidas à encontros, alguns casos sendo intercedidos, mas outros, infelizmente, vão até ao final.

Uma análise, realizada pela Delegacia de Repressão à Pedofilia, aponta que 80% das vítimas são mulheres e, 60% que foram abusados têm de 7 a 13 anos, também, a mesma análise, porém agora em relação ao agressor, mostra que a maior parcela tem de 18 a 40 anos e não tem parentesco com a vítima. Fatores como a propaganda da Valisere, onde mostra uma menina recebendo o primeiro sutiã, ajudam a impulsionar a violência, inclusive física, contra uma criança

É importante, portanto, tomar medidas que auxiliem o combate à pedofilia, começando com a vigilância dos responsáveis no conteúdo que os menores acessam quando estão portando aparelhos digitais, para evitar o vazamento de informações, e é interessante ressaltar ainda que, há a necessidade de fiscalização intensa na internet por órgãos e delegacias, por meio de programas que denunciem e ajudem ao combate, salientando o cuidado à crianças e adolescentes.