O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 03/11/2017
A criança é conhecida por sua pureza e espontaneidade, características que, geralmente, fascinam o mundo dos adultos. No entanto, são indefesas e estão sujeitas a um dos crimes mais bárbaros existentes e, por isso, classificados como hediondos pelo Judiciário Brasileiro: a pedofilia. Com efeito, é preciso uma análise sobre os mecanismo envolvidos para se combater de forma incisiva e eficaz esse tipo de violência tão perversa.
A princípio, muitas mães acreditam que os criminosos são pessoas desconhecidas e que, por conseguinte, seus filhos estarão seguros no seio familiar. Entretanto, na maioria dos casos, os principais autores são os próprios pais - biológicos ou padrastos -, tios e avôs. Em razão da intimidade, conseguem mais facilmente aliciar as crianças por meio de conversas e agrados, partindo, em seguida, para o contato sutil com as partes íntimas delas. Logo, é preciso estar atento ao comportamento dos pequenos, bem como dos adultos que estão ao seu redor.
De outra parte, surgem os abusos disseminados pelo campo virtual. A inserção de menores nesse meio e a ausência de orientação quanto ao uso têm permitido um ambiente favorável para abusadores em decorrência da falsa identidade que assumem. Um exemplo é o recente caso ocorrido no Rio de Janeiro, onde um homem o qual adotava pseudônimos e dizia ser príncipe de contos infantis pedia fotos e vídeos dos corpos das crianças. Nesse sentido, tal fato sinaliza a importância dos cuidados relacionados a utilização de redes sociais e chats online por menores devido à imaturidade de discernimento inerente a essa idade.