O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 02/11/2017

Segundo literatura machadiana, o homem é visto como ser corrupto, no qual a ausência de princípios. Nesse sentido, de forma análoga é incontrovertível a persistência de crimes de pedofilia em nosso país. Sob tal ângulo, alguns fatores corroboram para a sua continuidade, como agressores familiares ou adjuntos a parentela, a ausência de políticas producentes e a corrupção moral hodierna.

Diante disso, denota se que grande parcela dos abusos a incapazes são acometidos por pessoas “acima de suspeitas”, tendo em vista que 70% das crianças e 58% dos adolescentes, segundo o SISAN, sofrem defloramentos dentro de casa. Em vista do exposto, o governo mediante o conselho tutelar e a escola apresenta projetos contraproducentes.

Outrossim, insuficientes políticas visando o esclarecimento das vítimas e o auxílio destas a buscar ajuda, aliadas a punições brandas dos atacantes em contraste as consequências emocionais e psico-sociais advindas de tal pratica corroboram para a perpetuação do feito.

Adicionam-se aos fatos, o ideário hobbesiano o qual diz que o homem em natureza é mal, por conseguinte é notório caracteres inatos, atemporais e tendentes a permanência.

Mediante o alencado, é imperioso por parte do Estado, a veiculação de politicas midiáticas visando o ato de ouvir da sociedade referente as crianças. Além disso, é mister o papel da inserção do tema nas escolas, para conscientizar os alunos que tal pratica é errônea. Ademais também seriam feitos investimentos financeiros para uma melhor agilidade no trabalho do conselho tutelar e punições exemplares, com aumento da pena. Tencionado a desconstrução do pensamento pessimista machadiano e  a atenuação da pratica.